O quarto proibido
Inventando Anna: uma vida de aparências
A dança dos felizes
Bom dia
Da mentira à verdade
Vida após Vida
Planejar a cidade com seus construtores
Um processo de libertação chamado adeus
O que esperar de A Empregada?
Prepare-se para saborear um delicioso ‘rosbife de porco’ em um jantar misterioso…, mas prove com moderação!
Mais fé que os livros sagrados
Ciclo da Inocência
Um poema esquecido entre lençóis amassados
Desejo imenso de viver
5ª Coletânea de textos do Nordestinados a Ler
O milagre que não veio
Carta para um filho
Do signo de Sagitário e suas buscas incessantes: Conceição Evaristo
Brincando de reisado em tempos de guerra
O ano de 2025 da Literatura Brasileira
Cabeça possível
As árvores da minha infância
Colhendo sementes
Não se fazem mais dezembros como antigamente
A(s) metamorfose(s) do sujeito contemporâneo
O que é o amor?
Grávido aos 47
Quebra-queixo, caldo de cana e ipê
Do signo de escorpião e suas intensidades não resguardadas: Cecília Meireles
Quando a Literatura causa medo
Carlos Drummond de Andrade: um escritor leitor
Agricultores de estrelas
A saudade é uma porta aberta
Toca fogo
Do signo de leão e suas imprevisibilidades: Cora Coralina
A Casa do Sentido Vermelho
Sequestra-me
Mundinho da segunda-feira
Eu era menino
Viver é político
O Conto da Aia: uma distopia nem tão distópica
Destino Promessa
Janelas, flores, pregos e marretas
Manhã, pão de coco, beijo doce
Estrela-Fatal: Francisca Clotilde
Textura de teia de aranha
Do signo de câncer e suas memórias afetivas: Zélia Gattai
Não está sendo fácil
O silêncio que escreve
Carta para a presença
Voz: um corpo que fala
O bêbado quer falar
O pombo
O Interesse Humano: um convite ao diálogo
Ando nu pelas manhãs
Celeste do Gesso
Como escolher pequi e desatar nós
Logo esse bolo?
O alívio da música
A HORA DA ESTRELA, ROMANCE DE CLARICE LISPECTOR
Coração na aldeia, pés no mundo
Mastigando Rapadura
Poemas do grito de liberdade:72, de Cláudia Rejanne Pinheiro Grangeiro
Escola Pública como farol para políticas de editais culturais
Mundo
Resenha crítica de O Quinze, romance de Rachel de Queiroz
Limitada musicalmente
Casas de sopros
Camisa engelhada
A modernidade
No Escuro, SOU TÃO INSEGURA
As mulheres de O Quinze, de Rachel de Queiroz
Entrelinhas
A solidão
Poemas do lírico em aflição: espantos, de Ferreira Lima
A mentira mata
Existe uma democracia das lagartixas?
Capitalismo
A faceta do capitalismo
Internet
O fantástico Murilo Rubião
Gênero e raça na construção da história de liberdade no Ceará
Sítio Urbano do Gesso é mais do que se pensa
Contos do lírico que fere: O desespero do sangue, de Zélia Sales
O espaço muda tudo
Decepcionista
Escola cívico-militar: uma ameaça à democracia do conhecimento e da criticidade
Eu não odeio as mulheres
Planos de Cultura para outra cultura política
Tarde cinematográfica
Escola: espaço para além da produção de conhecimento
Nordestinados a Ler: Literatura Brasileira em pauta
No escuro do meu mundo sinto medo
Uma louca chamada imaginação
Um processo de libertação chamado adeus
E se todo adeus fosse o primeiro passo para você se libertar das dores que te aprisionam, o que ou a quem você
O que esperar de A Empregada?
Esse livro me surpreendeu demais, e de uma forma que eu realmente não esperava. A Empregada, de Freida McFadden, começa com uma premissa aparentemente
Prepare-se para saborear um delicioso ‘rosbife de porco’ em um jantar misterioso…, mas prove com moderação!
Eu sempre tive o entendimento de que a imaginação humana é uma das capacidades cognitivas mais brilhantes. No entanto, não esperava que em
Mais fé que os livros sagrados
Da varanda, escrevo as mais absurdas inquietações. Arremesso, quebro, entorto, queimo e adormeço versos. Trago a lua e o sol para debulhar a
O Jovem: o assombro do olhar do outro
Um dos pontos altos de um (a) escritor/escritora é a capacidade de dizer muito valendo-se de (muito) pouco. Concisão. Definitivamente é uma das mais
Ciclo da Inocência
Quando criança, sonhamos em crescer, E ao crescer, buscamos o ontem esquecer. Queremos voltar a ser a criancinha, Feliz e inocente, cheia de
Um poema esquecido entre lençóis amassados
Um poema, antes do tiro, da noite, do grito. As pessoas se perguntavam sobre o poema, Foi encontrado na cama amassado entre os
Desejo imenso de viver
Logo na sala, um oratório de remédio: cada caixinha, um santo pago. Febre, dor de cabeça, calafrio, garganta inflamada. Noites suadas e solitárias.
Blog desenvolvido por: Hemerson Soares da Silva

