Meus amigos
Não sou triste, tenho amigosQue são amigosTão amigos quanto abrigosQue me trazem boas novasE dissipam as ruinsÉ assimEu por elesEles por mim Não
Foram apenas os cachos
Raspa tudo. A máquina derrubou os cachos, as lágrimas quase caíram. Nada mudou. Os dilemas ainda permanecem os mesmos. Os cabelos crescem, espero
Penso, logo tenho liberdade
O dicionário me ensina diferentes palavras para o turbilhão de sentimentos que teimam em existir dentro de mim. O calendário me mostra como
Tem um redemoinho na barriga
Perdida. Toquei fogo no mapa e a barriga tem um redemoinho. Não passa ninguém, apenas o silêncio transita. Isso foi ontem, não morri,
O fruto continua proibido
Está proibido manifestar o desejo. Se tranque em infinitos segredos. Se tranque. Murcha me recolhi, na sala do desespero, sem nenhum gole de
Aqui nunca foi rosa
Ainda não decidi a roupa de hoje. Estou de férias e a rotina da folga não foi organizada. Acordei cedo como de costume,
Água nunca é de sempre
Sementes de girassol, amendoins, passas, alguns goles de água. Vento frio. Porta entreaberta: vou fotografando a rua: a mulher que anda em círculos.
Marisa Monte – “Ainda bem que encontrei você”
A Música, assim como a Literatura, tem o poder de invocar lembranças, despertar sensações várias – alegria, melancolia, prazer – e fazer refletir
Blog desenvolvido por: Hemerson Soares da Silva





