Do signo de capricórnio e suas capacidades de superação: Josenir Lacerda, Karla Jaqueline Vieira Alves e Ângela Calou
Corpo de memória
O fim de Eddy e o começo de Édouard Louis
O quarto proibido
Inventando Anna: uma vida de aparências
A dança dos felizes
Bom dia
Da mentira à verdade
Vida após Vida
Planejar a cidade com seus construtores
Um processo de libertação chamado adeus
O que esperar de A Empregada?
Prepare-se para saborear um delicioso ‘rosbife de porco’ em um jantar misterioso…, mas prove com moderação!
Mais fé que os livros sagrados
Ciclo da Inocência
Um poema esquecido entre lençóis amassados
Desejo imenso de viver
5ª Coletânea de textos do Nordestinados a Ler
O milagre que não veio
Carta para um filho
Do signo de Sagitário e suas buscas incessantes: Conceição Evaristo
Brincando de reisado em tempos de guerra
O ano de 2025 da Literatura Brasileira
Cabeça possível
As árvores da minha infância
Colhendo sementes
Não se fazem mais dezembros como antigamente
A(s) metamorfose(s) do sujeito contemporâneo
O que é o amor?
Grávido aos 47
Quebra-queixo, caldo de cana e ipê
Do signo de escorpião e suas intensidades não resguardadas: Cecília Meireles
Quando a Literatura causa medo
Carlos Drummond de Andrade: um escritor leitor
Agricultores de estrelas
A saudade é uma porta aberta
Toca fogo
Do signo de leão e suas imprevisibilidades: Cora Coralina
A Casa do Sentido Vermelho
Sequestra-me
Mundinho da segunda-feira
Eu era menino
Viver é político
O Conto da Aia: uma distopia nem tão distópica
Destino Promessa
Janelas, flores, pregos e marretas
Manhã, pão de coco, beijo doce
Estrela-Fatal: Francisca Clotilde
Textura de teia de aranha
Do signo de câncer e suas memórias afetivas: Zélia Gattai
Não está sendo fácil
O silêncio que escreve
Carta para a presença
Voz: um corpo que fala
O bêbado quer falar
O pombo
O Interesse Humano: um convite ao diálogo
Ando nu pelas manhãs
Celeste do Gesso
Como escolher pequi e desatar nós
Logo esse bolo?
O alívio da música
A HORA DA ESTRELA, ROMANCE DE CLARICE LISPECTOR
Coração na aldeia, pés no mundo
Mastigando Rapadura
Poemas do grito de liberdade:72, de Cláudia Rejanne Pinheiro Grangeiro
Escola Pública como farol para políticas de editais culturais
Mundo
Resenha crítica de O Quinze, romance de Rachel de Queiroz
Limitada musicalmente
Casas de sopros
Camisa engelhada
A modernidade
No Escuro, SOU TÃO INSEGURA
As mulheres de O Quinze, de Rachel de Queiroz
Entrelinhas
A solidão
Poemas do lírico em aflição: espantos, de Ferreira Lima
A mentira mata
Existe uma democracia das lagartixas?
Capitalismo
A faceta do capitalismo
Internet
O fantástico Murilo Rubião
Gênero e raça na construção da história de liberdade no Ceará
Sítio Urbano do Gesso é mais do que se pensa
Contos do lírico que fere: O desespero do sangue, de Zélia Sales
O espaço muda tudo
Decepcionista
Escola cívico-militar: uma ameaça à democracia do conhecimento e da criticidade
Eu não odeio as mulheres
Planos de Cultura para outra cultura política
Tarde cinematográfica
Escola: espaço para além da produção de conhecimento
Nordestinados a Ler: Literatura Brasileira em pauta
No escuro do meu mundo sinto medo
Casas de sopros
Mergulhar no sol seria mais fácil quer mentir. Trair-se é um ato doloroso. Antes de iniciar a batalha, Pablo Neruda é lido – Para
Camisa engelhada
Acordou às duas horas, achando que já eram quatro. Tentou em vão dormir novamente, reboleou na rede, mas nada de pregar os olhos.
A modernidade
A sociedade pede humores, e não rumores. Chega de querer essa tal fama fácil, esse status aparentemente alcançável, a busca incessante, e por
No Escuro, SOU TÃO INSEGURA
Eu amo quando me encontro nos versos de uma música. É quinta-feira de novo, parece até que as minhas palavras só encontram seus
As mulheres de O Quinze, de Rachel de Queiroz
A escritora francesa Simone Beauvoir (1908-1986) em sua obra O Segundo Sexo (1949) propunha que a mulher construísse o seu próprio destino. Para
Amor na Adolescência
Amor na adolescência, um jogo a se jogar, Talvez seja besteira, mas quem pode afirmar? Às vezes, uma sorte de encontrar alguém, Que
Quebra-cabeça
Para este poema tive Que pensar Primeiro a vida tava A me alegrar Tendo sempre amizades E felicidades Essa foi a primeira Peça
Blog desenvolvido por: Hemerson Soares da Silva
